É sabido que o Hamas tomou conta da Faixa de Gaza, portanto, representa o poder na área. Na área apenas, não há a contra partida na outra faixa territorial palestina, designada pela ONU. Lá, quem manda e mantem o controle total é o Fatah - sem chances ao Hamas.
OHamas é um movimento que começo assitencialista e é emintentemente religioso, ao contrário do Fatah, que O Hamas não representa o real poder, mas o contraponto ao Fatah, secular, que surgiu de um movimento de "libertação", fomentado por Abdel Nasser, então presidente do Egito (by the way, o falecido chairman da OLP e Autoridade Palestina, nasceu no Egito). Na área, a lei é baseada na Sharia, a lei religiosa. O movimento é contrário a existência de Israel e trata cruelmente àqueles que roubam, corrompem ou não seguem as tradições islâmicas conservadoras.
O Fatah, é uma organização liderada por velhos guerrilheiros que abandonaram a luta armada e encastelaram-se no poder, rendendo-se à corrupção (quase endêmica) e a picuinhas tribais. Como a sede administrativa da Autoridade Palestina esta em Ramalah, que por sua vez é localizada na Cisjordânia, área separada de Gaza por uma faixa territorial israelens, menos populosa, mais rica e portanto, menos sujeita às influências religiosas.
Bem, agora que as duas áreas da Palestina estão sob domínios de governos de facto diferentes, com quem os governos devem negociar? Com o Hamas, grande vitorioso nas eleições parlamentares, anti-sionista, controlador da maioria da população e a princípio incorruptivel? Com o Fatah, o dono da presidência, das áreas mais ricas onde estão as indústrias e que mantém contatos com o governo israelense?
Eis a grande questão. Na verdade, o único governo representativo ainda é o do Fatah, por pior que seja, pois ele tem o reconhecimento internacional, tem o reconhecimento dos vizinhos, em especial, Israel. É o governo central em Ramala quem indica os juízes, recolhe os impostos, mantem as relções externas, e, em especial, recebe a ajuda financeira do exterior. Portanto, não creio que o poder em Gaza fique por muito tempo nas mãos do Hamas. Ou ele vai se esvair pela falência devido à falta de recursos, ou vai ser retomado a força por ações militares, que podem ser combinadas com Israel, mas não creio que supere a atual crise.
OHamas é um movimento que começo assitencialista e é emintentemente religioso, ao contrário do Fatah, que O Hamas não representa o real poder, mas o contraponto ao Fatah, secular, que surgiu de um movimento de "libertação", fomentado por Abdel Nasser, então presidente do Egito (by the way, o falecido chairman da OLP e Autoridade Palestina, nasceu no Egito). Na área, a lei é baseada na Sharia, a lei religiosa. O movimento é contrário a existência de Israel e trata cruelmente àqueles que roubam, corrompem ou não seguem as tradições islâmicas conservadoras.
O Fatah, é uma organização liderada por velhos guerrilheiros que abandonaram a luta armada e encastelaram-se no poder, rendendo-se à corrupção (quase endêmica) e a picuinhas tribais. Como a sede administrativa da Autoridade Palestina esta em Ramalah, que por sua vez é localizada na Cisjordânia, área separada de Gaza por uma faixa territorial israelens, menos populosa, mais rica e portanto, menos sujeita às influências religiosas.
Bem, agora que as duas áreas da Palestina estão sob domínios de governos de facto diferentes, com quem os governos devem negociar? Com o Hamas, grande vitorioso nas eleições parlamentares, anti-sionista, controlador da maioria da população e a princípio incorruptivel? Com o Fatah, o dono da presidência, das áreas mais ricas onde estão as indústrias e que mantém contatos com o governo israelense?
Eis a grande questão. Na verdade, o único governo representativo ainda é o do Fatah, por pior que seja, pois ele tem o reconhecimento internacional, tem o reconhecimento dos vizinhos, em especial, Israel. É o governo central em Ramala quem indica os juízes, recolhe os impostos, mantem as relções externas, e, em especial, recebe a ajuda financeira do exterior. Portanto, não creio que o poder em Gaza fique por muito tempo nas mãos do Hamas. Ou ele vai se esvair pela falência devido à falta de recursos, ou vai ser retomado a força por ações militares, que podem ser combinadas com Israel, mas não creio que supere a atual crise.


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